Conheça Mais a Família Geisse

vinhedos

“TEMOS UM COMPROMISSO COM ESSE TERROIR”
MARIO GEISSE

PINTO BANDEIRA

Com a ideia de aproveitar ao máximo as características ideais da microrregião de Pinto Bandeira, Geisse optou por implantar em todos seus vinhedos o sistema de espaldeira, trabalhando com índices de produção controlada. Este ato foi considerado um dos marcos da viticultura brasileira na busca de qualidade, já que foi o primeiro vinhedo de espaldeira de Chardonnay da região.

De todo o espaço da vinícola, pouco mais de 36 hectares são destinados à produção. Isso corresponde a menos da metade de toda a propriedade da família. Mas, por que somente este espaço é plantado? Porque nestes hectares encontra-se o melhor solo, com as características essenciais para cultivar uvas Pinot Noir e Chardonnay de excelente terroir. Hoje, 100% dos vinhedos Geisse em Pinto Bandeira são tratados de maneira ecoeficiente, sem utilização de agrotóxicos. O manejo é feito através da aplicação do sistema TPC (Thermal Pest Control), permitindo estar em total harmonia com o meio ambiente e obtendo matéria prima de melhor qualidade.

Para a produção da linha Cave Geisse, as uvas saem do pé e vão direto para câmeras frias, evitando assim perdas aromáticas. Poucos minutos depois, estão na mesa de seleção. Todos os vinhos base para a produção de espumante são degustados às cegas pelos 7 integrantes do painel de degustação e devem ser aprovados por unanimidade.

 

VALLE COLCHAGUA

Em seu país natal, Mario Geisse mantém o cultivo de uvas destinadas à produção de vinhos de alta qualidade. Os vinhedos cultivados no Valle Colchagua, na microrregião de Marchigue, Chile, são os que originam as variedades Carmenère e Cabernet Sauvignon. Já no D.O de Paredones, as margens do oceano Pacífico, são cultivadas as uvas Sauvignon Blanc e Pinot Noir. A região é considerada um dos melhores terroirs do país para as uvas em questão.

Mario

GEISSE

O INÍCIO DE TUDO

A paixão do enólogo Mário Geisse pelo vinho é um caso de amor antigo, uma história que há muito estava escrita: “Começou desde criança. Em minha casa ele sempre foi parte do dia-a-dia, como o pão e a carne, como tudo que existia na mesa”, conta. “Eu nasci vendo-o como elemento de vida”.

O enólogo cresceu em Limari, uma região produtora de uva para pisco, no Chile, 400 quilômetros ao norte da capital Santiago. Da sua infância recorda o memorável verão de 1957, quando conheceu o senhor Perico, no povoado de Caleu, que lhe ensinou a fazer vinhos e mostrou toda a magia que envolve a arte de beber entre amigos. Mario sempre gostou da vida no campo e, por isso, decidiu estudar agronomia e especializar-se em vinicultura. “Não sou uma pessoa de escritório”, observa. “Preciso estar em movimento, sou um itinerante e o vinho me proporciona isso”.

Em 1971 foi trabalhar em Chillan, Concepción e Yumbel Coelemu, com pequenos agricultores e cooperativas. No ano de 1973, mudanças políticas e econômicas explodiram no Chile com a chegada de Augusto Pinochet ao poder. Mario é contratado pela vinícola Manquehue – uma gigante da época – onde desenvolveu novos vinhos até 1976. De repente, viu-se com apenas 30 anos, com uma vasta experiência e muito entusiasmo com a prática.

PREMIAÇÕES

 

ENCONTRO COM O BRASIL

Sua vida estava prestes a sofrer uma expressiva mudança. Mario é contratado pela Chandon em 1976 para abrir o mercado da empresa na América Latina, em meio aos vinhedos da Serra Gaúcha. Assim, começa seu namoro com o Brasil, país em que ele permanece até hoje. Nos seus primeiros anos em terras brasileiras, já pôde ver o potencial do Sul para a produção de espumantes de excelente qualidade. Dessa forma, após anos de dedicação e pesquisa de solos, fundou em Pinto Bandeira a Vinícola Família Geisse. Vanguardista ao optar pelas espaldeiras altas, ele hoje divide seu tempo entre Brasil, Chile e outros países. Em seu país natal, mantém o cultivo de uvas destinadas à produção de vinhos de alta qualidade, como Carménere e Cabernet Sauvignon, cujo terroir fica na da região de Marchigue no Valle Colchagua.

é tempo

DE GEISSE

OS ANOS MARCAM O AMADURECIMENTO DE UMA VINÍCOLA ESPECIALISTA NO QUE FAZ.

1979

Fundação. O engenheiro agrônomo e enólogo chileno Mario Geisse veio ao Brasil em 1976, contratado para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Logo nos primeiros anos, percebeu que a região sul possuía um grande potencial para o cultivo de uvas de alta qualidade, especialmente para a produção de espumantes. Apostando nisso, iniciou sua busca pelo local ideal para aproveitar ao máximo o potencial da região, 3 anos depois, fundou a Vinícola Geisse no até então pouco explorado terroir de Pinto Bandeira.

1979

1981

Inicia o teste de elaboração dos primeiros espumantes pelo método tradicional, e já se encanta com os resultados de qualidade que o terroir que escolhido é capaz de oferecer. Neste momento percebe que o reconhecimento dessa qualidade seria questão de tempo.

1998

Ano em que ocorreu a Safra do Cave Geisse Brut 1998, espumante que permaneceu em guarda ao longo de 12 anos e comprovou a enorme potencial de qualidade do Terroir de Pinto Bandeira para elaboração de espumantes de alto nível, capazes de evoluir brilhantemente com tempo, sendo o responsável por despertar o interesse e elogios por parte dos principais críticos do mundo do vinho.

2010

2001

Fundação da Associação dos Produtores de Vinho de Pinto Bandeira, a Asprovinho, com objetivo de dar início ao processo de indicação geográfica para a região.

2010

Mario Geisse é indicado na lista das personalidades mais influentes pela revista época com o enunciado “ O enólogo que transformou o espumante brasileiro em atração global”.

 

2011

A Master of Wine Jancis Robinson inclui a Vinícola em sua lista das 15 vinícolas que ela acredita que podem marcar o futuro do vinho, sendo a Família Geisse a única produtora de espumantes da seleção apresentada pela crítica. No importante evento Wine Future, realizado em Hong Kong, o Cave Geisse Brut foi único espumante do mundo a fazer parte da lista de 15 vinhos recomendados.

2012

Crítico do Vinhos do Reino Unido, Oz Clarke indica Cave Geisse entre os 4 melhores espumantes da atualidade, na seção ‘‘Meus Vinhos Favoritos’’ de seu pocket.

2013

Mario Geisse recebeu o prêmio Vitis, uma grande homenagem da Associação Brasileira de Enologia, graças a todo o aporte feito ao desenvolvimento da indústria do vinho fino no Brasil. Família Geisse é destaque na Revista de Vinhos do Brasil, por ser um sucesso entre os consumidores de Cult Wines (vinhos de pequenas produções).

2014

A Família Geisse é indicada para o título de “Vinícola do Ano do Novo Mundo” (New World Winery), pela importante revista Americana Wine Enthusiast. Um fato inédito para indústria do vinho brasileiro. Ainda neste ano, o Cave Geisse Brut aparece com a incrível pontuação de 95 pontos na importante revista inglesa Decanter.

2015

O rótulo Cave Geisse Terroir Nature foi único espumante sul-americano a entrar no livro “1001 Vinhos para se Beber Antes de Morrer”, e também conquistou o título do melhor espumante do Guia Descorchados, com 93 pontos. Ainda, o Cave Geisse Blanc de Noir Brut ganhou 91 pontos no mesmo guia. Mario Geisse recebeu o prêmio Personalidade do Vinho durante o Rio Wine & Food Festival.

2017

2016

O espumante Cave Geisse Blanc de Blanc foi selecionado pela Revista Forbes entre os 10 melhores vinhos da América do Sul. O rótulo também conquistou medalha de ouro no VINALIES 2016 (França) – junto com o Cave Geisse Brut – e na Grande Prova de Vinhos do Brasil. Ainda no mesmo ano, o Cave Geisse Terroir Rosé foi considerado o melhor espumante brut do Brasil no Guia Descorchados e o Cave Geisse Brut conquistou a Medalha de Ouro no famoso concurso Vinalies da Fraça pelo segundo ano consecutivo.

2017

O título de Enólogo do Ano saiu para um especialista em espumantes: Carlos Abarzúa, enólogo da Família Geisse há mais de 30 anos. O profissional recebeu o reconhecimento da Associação Brasileira de Enologia (ABE). No mesmo ano, o Cave Geisse Terroir Nature é revelado como melhor espumante do Guia Descorchados. A Vinícola ainda foi o principal destaque no X Concurso do Espumante Brasileiro e na Grande Prova Vinhos do Brasil.

2018

Encaminhamento da D.O. Altos de Pinto Bandeira, junto as entidades de pesquisa e definições. Desta forma demos início à primeira Denominação de Origem do Novo Mundo específica para Espumantes, assim como a de Champagne, na França. Esta D.O. representa os diferenciais de qualidade deste Terroir, identificado por Mario Geisse nos anos 70.

É TEMPO DE CELEBRAR

É TEMPO DE GEISSE